Condomínios em Áreas Contaminadas – Um Problema ou uma Solução?
Ao longo dos últimos anos temos visto um grande número de casos de reabilitação de áreas industriais para ocupação com fins comerciais e residenciais. Entretanto, grande parte dos empreendimentos imobiliários pode enfrentar diversos problemas ambientais, desde sua concepção até a sua finalização, muitas vezes acarretando em prejuízos para as empresas envolvidas ou até mesmo inviabilizando o projeto.
Quando um caso chega à mídia, muitas vezes a abordagem ganha um viés de má fé, normalmente por conta de uma política de comunicação deficiente por parte do empreendedor, onde a aparência é de que o problema foi mascarado ou houve deliberada intenção de lesar o consumidor.
Em muitos desses casos ocorrem falhas básicas do entendimento do processo ambiental por parte das empresas, associadas à orientações técnicas frágeis recebidas de consultores despreparados. O público em geral entende que a área contaminada é sinônimo de risco à saúde, quando nem sempre isso é um fato. O resultado invariavelmente é prejuízo financeiro e de imagem, ou consequências mais graves, que podem chegar até a risco real de morte de futuros moradores e trabalhadores.
A questão é que, do ponto de vista de sustentabilidade, a recuperação para mudança de uso de terrenos contaminados é uma prática louvável e que deve ser incentivada. Os grandes centros urbanos têm apresentado alto índice de desindustrialização nas ultimas décadas, com migração dos parques fabris para o interior dos estados. Essa migração resulta em grandes terrenos vagos, geralmente em áreas bastante valorizadas das cidades, com infraestrutura consolidada e aptidão para abrigar novos empreendimentos. Com a escassez de espaço disponível, estas áreas são uma ótima oportunidade para o setor de construção civil e o mercado imobiliário.
Entretanto, as atividades industriais anteriores podem ter causado nessas áreas algum tipo de impacto ao solo e à água subterrânea locais, o que as classifica como áreas contaminadas, em maior ou menor grau. Porém, o rótulo de área contaminada não implica em uma situação irremediável. Essas contaminações via de regra podem ser remediadas, extinguindo-se os riscos à saúde humana e ao meio ambiente e reabilitando a área para a implantação de condomínios, shoppings, escritórios e outros empreendimentos, por uma pequena fração do investimento total da obra.
Afinal, é muito mais vantajoso para a cidade e para a sociedade uma área plenamente reabilitada, abrigando um empreendimento sustentável e economicamente ativo, do que um terreno contaminado abandonado na vizinhança.
Hoje existem técnicas de remediação de solos e águas subterrâneas que atendem a quase todos os tipos de impactos ambientais. A SGW Services, consultoria ambiental com mais de sete anos de experiência no mercado brasileiro e latino americano, tem extenso know-how em tecnologias ultra rápidas de remediação de contaminação ambiental e ampla experiência nas peculiaridades que envolvem a reabilitação de uma área contaminada, desde sua aquisição, identificação dos riscos, reconhecimento antecipado dos entraves do processo e tecnologias de remediação de alta eficiência, viabilizando custos e prazos.
Os trabalhos oferecidos pela SGW compreendem as seguintes etapas:
1a Etapa – Identificação e compra do terreno.
É nessa etapa que a SGW levanta o retrato geral de cada caso, definindo os riscos e custos potenciais relacionados e eventuais impactos que possam ser assumidos pelo empreendedor. Nessa fase é fundamental avaliar o histórico de uso da área, aspectos operacionais anteriores, presença de contaminação local e identificar possíveis influências causadas por contaminações existentes na vizinhança.
2a Etapa – Preparação para a obra.
Trata-se de etapa pós aquisição da área, que visa o cumprimento dos aspectos legais e processuais para a reabilitação do terreno. Nessa etapa, a SGW efetua ações de investigação detalhada, diagnóstico ambiental, avaliação de riscos, plano de intervenção, testes e projetos piloto.
3a Etapa – Aspectos legais do processo de reabilitação.
Juntamente ao processo de investigação, a SGW atua na evolução do processo junto ao órgão ambiental regulador que estabelecerá a documentação, prazos e estratégias necessárias para que as metas possam ser cumpridas dentro das condições normais operacionais.
4a Etapa – Remediação de áreas contaminadas: ações possíveis, tecnologias disponíveis e viabilidade financeira e técnica.
Talvez a etapa mais importante do processo, a remediação definirá a viabilidade da operação como um todo, pois uma falha nessa etapa pode significar a impossibilidade do lançamento, construção, ou pior, da entrega do imóvel.
Muitos problemas são causados pela aplicação de técnicas de remediação inadequadas, por desconhecimento da empresa contratante ou inexperiência de empresas de consultoria. A SGW atuou em diversos casos de sucesso, onde as metas de remediação foram alcançadas em tempo hábil para a instalação de grandes empreendimentos.
A SGW oferece alternativas tecnológicas de ponta para remediação de quase todos os tipos de contaminantes de maior ocorrência, como hidrocarbonetos, metais pesados, organoclorados e PCBs, entre outros. Para quase todos os casos a SGW tem soluções técnicas, economicamente viáveis e em prazos que variam de 6 a 30 meses.
Links relacionados:
Encerramento de Caso - Redução Química In Situ (ISCR) de Organoclorados em Condomínio Residencial.